Poesia Norte-Americana e Equatoriana Atual
EL VIAJE AL PAÍS DE LOS CANGREJOS AZULES Sin saber salimos de ese lugar natal después de milesde años, las manos estaban llenas de flores y fangoe imaginamos la copiosidad inmensa de las lenguasy las heridas desconfiadas.Con las manos como criaturitas inmóvilesfuimos depositando gotas de mar en la lengua,y descubrimos que no somos eternos,cuando las […]
A palavra é o coração da casa (Recensão)
A PALAVRA É O CORAÇÃO DA CASA: recensão ao livro Uma casa no outro lado do mundo. Formado em filosofia é o poeta Victor Oliveira Mateus e a poesia é a sua casa. Não poderia deixar de esta construção ser alicerçada nos dois pilares de sua consciência, de um lado o pensar sobre o mundo, […]
François Villon, o "poeta maldito" da Idade Média, evoca Paris (Ensaio)
Francois Villon, o “poeta maldito” da Idade Média, evoca Paris Nos últimos anos da Idade Média, um poeta como Eustache des Champs celebra galhardamente, numa balada intitulada “Paris”, os encantos da capital francesa. C ‘est la cité sur toutes couronnée Fontaine et puits de sens et de clergie Sur le fleuve de Seine située: Vignes, […]
JARDÍN DE PIEDRA Otra tarde más de nubes lentísimassobre este jardín de piedras pulidas.Miro nada alrededor y lo percibo todo. Soy la niña angoleña de cabellosenmarañados que sonríe al pájaro,soy el yo fascinado que la observa. Hay una puerta amarilla y un perronegro que la olisquea con recelo. Soy el muchacho que escribe sin tildesen el móvil […]
A poesia do neo-realismo em Portugal (Ensaio)
A poesia do neo-realismo em Portugal Por Maria João Cantinho (i) É transparente como água que literatura não é política nem sociologia e que arte literária não é propaganda. Mas não é menos transparente que toda a obra literária – voluntária ou involuntariamente – exprime uma posição política e social e que toda ela faz […]
Scrivo poesie per vendicare tutti i bambini. Antonia Porta * Nella città ci sono punti magici:angoli dove sapere tutta l’età dell’acquadove ballare con la nebbia, parlarecon nessuno, confondersi. In mezzo alla strada i bambini giocano.Ci sono palloniche rotolano in pacee non li ferma nessuno: scappano. Signore! Signore è mia! Passandogli vicino mi sembravaparlassero della loro […]
de novoesta véspera de tina agitação das ínfimashoras voltadas para a comoçãoda sede na fozdo regresso não o regresso pulsantedos braços sobre a esperarubra ardendo nem o regresso comedidodos passos à constelaçãodo delírio antes o regresso emocionado do dia claro à confissão do adeus *** de novo aqui a solidão a cercara sede em tamboresbrancos […]
Musa a ouvir Verdes Anos e outros poemas Musa a ouvir Verdes Anos No coração de quem passaVerdes Anos, quem diriaMúsico Rui, de sua graçaReinventa a melodia. No Metro RestauradoresTudo o que era inda estáAo fundo dos corredoresOs cafés Luanda e Vává. Musa à porta da EscolaCinco e meia na Rua do TelhalSobem as escadas […]
O meu corpo humano de Maria do Rosário Pedreira (Recensão)
O meu corpo humano, Maria do Rosário Pedreira, Ed. Quetzal, 2022 O corpo é simplesmente uma alma. Uma alma enrugada, gordurosa ou seca, peluda ou calosa, áspera, flexível, estalejante, graciosa, (…) coberta de organdi ou camuflada em cáqui, multicor, coberta de graxa, de chagas, de verrugas. É uma alma em acordeão, em trompete, em ventre […]
La Cicatriz del Canto, livro de Noé Lima (Recensão)
Este libro de poemas dedicado a Mercedes Mallo Mallo es un poemario completo, maduro en donde sobresale el interés por la vida. Cultas las referencias poéticas que aparecen Erza Pound y T.S. Eliot, ambos impulsores de unos movimientos modernistas, principalmente el imaginismo y el vorticismo, corrientes que favorecieron un lenguaje de impacto, una imaginería desnuda […]
AVENIDA DA LIBERDADE -E tu, como te chamas? -Eu? -Sim, como te chamas? -Avenida da Liberdade. -Mas isso é um lugar. Tu, como te chamas? – Avenida da Liberdade! – És um lugar? -Está ali escrito, não vês? “Avenida da Liberdade”. -Sim, mas tu, tu mesmo, como te chamas? Ninguém é um lugar… -Eu posso […]
Penas Verdes em Tempos e Ventos de Guerra (Conto)
Conto XIX – Penas Verdes em Tempos e Ventos de Guerra Na minha casa, ao fundo do quintal, há um muro cinzento que corta a vista para o quintal das traseiras da casa do vizinho. Mas a cinquenta metros para lá do muro já se consegue ver as janelas do primeiro andar, da água furtada […]
Smoking Brown King Size com filtros Lx 20.09.2019 – Com o Cunha chupei um paiva a ver o Toy Story 4, e o seu cerne inquietou-me pela primeira vez desdeque vivo com estes bonecos, só porque finalmente estranhei a bizarria do polímero falante. – Fui acinzar um Marlboro na marquise e reencontrei areia velha nos […]
Adriático en Dubrovnik a Jaime Siles Este mar este mar Este MarÚnico perfecto conjugadonavegándose perpetuo en su descansoceremonia rito de linguaje He aquí el rostro de las horasel brazo que recorre y no respira (Yo he visto como el sol en su cadenciaadivina el arrebato… la partida) Argonautas que regresan con manzanaslirios islas en las […]
quand pour toitout sera accompliil ne restera rienque tes motsqui dureront ce que durèrentles parchemins d’Éphèseà peine moins éphémèresque toiil restera l’amourque tu donnas aux hommeset qui perdureraaussi longtemps que vivront leurs souvenirset la leçon d’amourqui reverdiraà chaque saison du sangmais le sangtarirale motseuldemeureradans l’infinidu néant quando para titudo estará acabadonão restará nadasenão as tuas […]
A mia nonna È domenica, mia nonna muoresulla sedia – e di lei mi restala sedia – accanto tiene il suobreviario e bruciano insieme.Di lei condivido l’intuizionedi mezzo seme. È domenicae di questo ceniamo, senzafame e senza dire grazie a chinon ci ha dato pane; e con lanausea di ieri ad affogare le naricimi racconta […]
Revista Oresteia Nº8, maio 2022
Oresteia, Revista de Literatura, Filosofia, Ciências Sociais e Artes, Publicação quadrimestral, Nº 8, maio de 2022: Lisboa, ISSN 2184-8831. Sumário 1.- Homenagem a Jacqueline Alencarpor Leonam Cunha 2.- Poemas de Alfredo Pérez Alencart 3.- Poemas de Antonio Colinas 4.- Poemas de Maria do Rosário Pedreira 5.- Poemas de Hugo Milhanas Machado 6.- Poemas de Antonio […]