II (O Espelho) Sou de uma espécieque tem código postal selvagem,garganta sem número fiscal.Nunca fui infiel aos vulcões.Tenho na laringeuma projecção de lava genuínae é nos alvéolos do bosqueque arquitecto a embolia da faca. Na cidade,os homens,lenda carbonizadaonde se fabrica a vénia. Vão florindo os patrões,inquilinos do Mein Kampf. O amor industrializado.As suas mecânicas glaciares. […]
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