menu Menu
178 articles filed in
Portugal
Previous page Previous page Next page Next page

Poesia portuguesa

I É preciso estar no lugar certo. A horaé de somenos importância. Existem circunstâncias em queverdadeiramente importanteé não chegar a horas. Ainda assim,não deves transparecer que o atraso se deve a qualquer tipo de desleixo.Pelo contrário,todos os minutos são preciosose devem obedecer ao mais rigoroso cálculo matemático.Assim, aquando da tua entrada no salão dos funestos,não […]

Continue reading


Os grandes lagos da noite de José Manuel de Vasconcelos (Recensão)

Os grandes lagos da noite. José Manuel de Vasconcelos. Vila Nova de Famalicão: Edições Húmus, 2021. O livro “Os grandes lagos da noite” de José Manuel de Vasconcelos apresenta-se-nos como um conjunto de textos, onde predominam os longos poemas monostróficos (apenas nove não o são!) em verso livre e que, apesar da ênfase dada ao […]

Continue reading


Revista Oresteia Nº 9, outubro de 2022.

Oresteia, Revista de Literatura, Filosofia, Ciências Sociais e Artes. Publicação semestral, Nº 9, outubro de 2022: Lisboa, ISSN 2184-8831. Sumário 1. – Não Matarás! de Teresa Martins Marques (Recensão) por Victor Oliveira Mateus 2.- Poemas de Ana Mafalda Leite 3.- Poemas de Amélia Vieira 4.- Poemas de Ivonne Gordon 5.- A Palavra é o Coração […]

Continue reading


Não Matarás! de Teresa Martins Marques (Recensão)

Não Matarás! Lisboa: Gradiva Publicações, 2022. Não matarás é o título do mais recente romance de Teresa Martins Marques. Esta obra, centrada no assassinato de Aldo Moro, insere-se num território pluridisciplinar, onde, para além da Ficção, se nos depara igualmente a História, o Jornalismo de Investigação, a Política e a Ética. Assim, e tomando como […]

Continue reading


Poesia Portuguesa

KOLN CONCERT NO ÍNDICO O concerto de Colónia espalha-se pela baía até ao limite dasnuvensao tremer das águas sucessivo segue o altear do piano em seuespasmo infinitoesqueço-me do rumor das casuarinasesqueço-me de todos os sonsapenas o crescendo desse revolver do piano no interior das águas e chove tanto de súbito no marchove essa chuva quente […]

Continue reading


Poesia Portuguesa

…. e Moisés subiu à montanha, a nuvem cobriu a montanha e envolveu-odurante seis dias. Ao sétimo, e sempre no meio da nuvem o Senhorchamou a Moisés; depois entrou na nuvem e subiu à montanha e alipermaneceu durante quarenta dias e quarenta noites. Aqui, tempo natural, sonhamos a nuvem da fresca passagem. Navegamos naestrela lunar, […]

Continue reading


François Villon, o "poeta maldito" da Idade Média, evoca Paris (Ensaio)

Francois Villon, o “poeta maldito” da Idade Média, evoca Paris Nos últimos anos da Idade Média, um poeta como Eustache des Champs celebra galhardamente, numa balada intitulada “Paris”, os encantos da capital francesa. C ‘est la cité sur toutes couronnée Fontaine et puits de sens et de clergie Sur le fleuve de Seine située: Vignes, […]

Continue reading


A poesia do neo-realismo em Portugal (Ensaio)

A poesia do neo-realismo em Portugal Por Maria João Cantinho (i) É transparente como água que literatura não é política nem sociologia e que arte literária não é propaganda. Mas não é menos transparente que toda a obra literária – voluntária ou involuntariamente – exprime uma posição política e social e que toda ela faz […]

Continue reading


Poesia Portuguesa

de novoesta véspera de tina agitação das ínfimashoras voltadas para a comoçãoda sede na fozdo regresso não o regresso pulsantedos braços sobre a esperarubra ardendo nem o regresso comedidodos passos à constelaçãodo delírio antes o regresso emocionado do dia claro à confissão do adeus *** de novo aqui a solidão a cercara sede em tamboresbrancos […]

Continue reading


Poesia Portuguesa

Musa a ouvir Verdes Anos e outros poemas Musa a ouvir Verdes Anos No coração de quem passaVerdes Anos, quem diriaMúsico Rui, de sua graçaReinventa a melodia. No Metro RestauradoresTudo o que era inda estáAo fundo dos corredoresOs cafés Luanda e Vává. Musa à porta da EscolaCinco e meia na Rua do TelhalSobem as escadas […]

Continue reading


O corpo estesiológico: para uma tópica erótica em Maurice Merlau-Ponty (Ensaio)

O corpo estesiológico: para uma tópica erótica em Maurice Merleau-Ponty (com António Ramos Rosa de permeio) _______________________________________________________ luís filipe pereira * “[…] Du Logos à l´Eros, dont lúnion préside au passage d´un monde présent aux mondes possibles” A.-T. Tymieniecka (1972, 13) Pretendo reflectir, de modo necessariamente sucinto, acerca da função e estatuto da erotização da […]

Continue reading


O meu corpo humano de Maria do Rosário Pedreira (Recensão)

O meu corpo humano, Maria do Rosário Pedreira, Ed. Quetzal, 2022 O corpo é simplesmente uma alma. Uma alma enrugada, gordurosa ou seca, peluda ou calosa, áspera, flexível, estalejante, graciosa, (…) coberta de organdi ou camuflada em cáqui, multicor, coberta de graxa, de chagas, de verrugas. É uma alma em acordeão, em trompete, em ventre […]

Continue reading


Avenida da Liberdade (Conto)

AVENIDA DA LIBERDADE -E tu, como te chamas? -Eu? -Sim, como te chamas? -Avenida da Liberdade. -Mas isso é um lugar. Tu, como te chamas? – Avenida da Liberdade! – És um lugar? -Está ali escrito, não vês? “Avenida da Liberdade”. -Sim, mas tu, tu mesmo, como te chamas? Ninguém é um lugar… -Eu posso […]

Continue reading


Kant: A Crítica da Razão Pura : alguns tópicos (Ensaio).

Kant, alguns tópicos: Período Pré-Crítico, Estética Transcendental,Analítica Transcendental, Dialética Transcendental, as Três Ideias daRazão (Deus, Alma, Mundo). por Victor Oliveira Mateus Marco fundamental na História da Filosofia Ocidental, Immanuel Kant(1724-1804) continua ainda hoje a suscitar posições divergentes eacaloradas quanto às diversas teorias que propôs, assim, podemosencontrar entre os que o refutam, filósofos como Graham Harman, […]

Continue reading


Penas Verdes em Tempos e Ventos de Guerra (Conto)

Conto XIX – Penas Verdes em Tempos e Ventos de Guerra Na minha casa, ao fundo do quintal, há um muro cinzento que corta a vista para o quintal das traseiras da casa do vizinho. Mas a cinquenta metros para lá do muro já se consegue ver as janelas do primeiro andar, da água furtada […]

Continue reading


Poemas em Prosa

Smoking Brown King Size com filtros Lx 20.09.2019 – Com o Cunha chupei um paiva a ver o Toy Story 4, e o seu cerne inquietou-me pela primeira vez desdeque vivo com estes bonecos, só porque finalmente estranhei a bizarria do polímero falante. – Fui acinzar um Marlboro na marquise e reencontrei areia velha nos […]

Continue reading


Poesia Portuguesa

braço Nesse verão, passeámos nocampo e ouvimos a voz daterra contar segredos sobre nós. Não muito longe do lugaronde uma casa respirava pelachaminé como um ser vivo, achámos uma porta quase velhadeitada ao chão, fechada para odeslumbramento da manhã. Eu quis ir ver o que escondia, mas tudisseste que devíamos deixar opassado atrás da porta. […]

Continue reading



Previous page Next page

keyboard_arrow_up