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299 articles filed in
Literatura
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Poesia Hispânica traduzida por Nuno Júdice

ARS POÉTICA O LA CAZA DE LOS COCUYOS Queda una hoja de papel no en blanco donde está anocheciendo donde goteaba luceros una noche José Carlos Becerra Estábamos mi padre, mi madre y yo -auscultando-el sortilegio negro de los árboles Intercambiando las siluetas De una luna que no aparece Y que no duerme Con el […]

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Inéditos de Tomás Sottomayor

Espírito-nidificante Desejo-solar de mamar Desejo-lunar de amamentar Dócil – maternal – dádiva Do grande verbo Do único Deus. Espírito-nidificante Pulsa o teu instinto Irradia para urdir O coração-exterior: o lar Que o teu coração aquece E o teu mimo enternece. Inteligente – eterno-animal É o instinto e a invenção Que nutrem o Tempo: A mãe […]

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Inéditos de Manuel Silva-Terra

Mãe, nossa Natureza sagrada soberana na Terra e no Céu e nas Águas santificado seja o Vosso nome somos do Vosso reino foi feita a Vossa vontade assim nas minas quanto na Troposfera a nossa ração de Petróleo nos dai hoje alguns de nós não conseguem perdoar-vos assim todos não seremos perdoados por tanta gulodice. […]

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Inéditos de André Alves

Falta-nos a permissão para narrar. Edward W. Said   O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. Elie Wiesel     A Palestina segundo Heródoto   I Jerusalém   Um autista é um homem livre, livre num certo firmamento de jaula Eyad al-Hallaq corria mas não era culpado era na cozinha aluno […]

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Inéditos de Graça Pires

Música   Convoco o rumor das teclas de um piano em sonata de beethoven. E ouço o grito intenso do silêncio, o vento enlouquecido, um inaudível lamento, uma luz no secreto rosto de deus. É o coração seduzido pela sublimidade da música. Como se fora água pura em diálogo com a terra fecundada. Como se […]

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Poemas de Teresa Alvarez

Eu queria tanto Mãe, Que voltássemos aos lugares do costume. Sinto-me só na tua solidão. Volta, para eu voltar para mim. E quando à noite gritas ladainhas eu deito-me ao teu lado e canto uma cantiga de embalar. Aconchegas-te a mim Sorris. E sei que adormeceste.     Ainda há pouco saíste pela porta, vestida […]

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Recensão do livro La nave roja de Trinidad Gan

NAVEGANDO A BORDO DE “LA NAVE ROJA”. NUEVOS HORIZONTES EN LA VOZ DE TRINIDAD GAN   Es hora de partir/ y llevas esta herida de equipaje. Así comienza La nave roja (Juancaballos, 2020. Finalista del Premio Andalucía de la Críica), el último poemario de la poesta granadina, Trinidad Gan (1960). Un libro, donde la exploración […]

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Hino ao silêncio (versão bilingue)

Adâncul tâlc al Existenţei         Tăcerea mută-l revelează,                      când făr’ de chipul Aparenţei                 Realitatea o probează.   Imn Tăcerii   Cel ce aspiră încă să-şi rostească sensibila trăire-n poezie, Cel invitat la cina-mpărătească hrănind […]

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Texto de Apresentação de uma casa no outro lado do mundo

“Uma casa no outro lado do mundo” de Victor Oliveira Mateus       Há uma consciência vigilante, em vias de desaparecer e aparecer porque estamos em face da essência da poesia: “é uma casa com pedras de muitas cores/nela todos os dias nasço/morro/mas sempre recomeço” (“a casa”), relacionando-se, por um lado, a isotopia da casa com […]

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HIERBAS ANESTÉSICAS EN LA LITERATURA CLÁSICA

HIERBAS ANESTÉSICAS EN LA LITERATURA CLÁSICA     (…) Tenía negra la raíz y era blanca como la leche su flor, llámanla  moly  los dioses, y es muy difícil de  arrancar para un mortal; pero las deidades lo pueden todo [1] . Odisea   La literatura clásica hace mención sobre la presencia de hierbas o […]

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12 Textos de Prosa Poética

“12 Textos de prosa poética”   AS NOITES QUANDO AS NOITES SE ILUMINAM Quando as noites se iluminam Quer dizer que alguém acendeu todas as letras Do alfabeto, conjugando surpreendentemente O xadrez das palavras e das frases, e não Sucumbiu a esse golpe mortal! Moveu-se nos labirintos de um jardim de Aromas e inspirou os […]

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Poesia Húngara (versão trilingue)

Szomorú ország szomorú polgára vagyok. Szomorú a mosolyom, mert szomorú.Szomorú a nevetésem, mert szomorú.Szomorú a pillantásom, ahogy az uccánszomorú honfitársaimra nézek. Szomorú ország szomorú polgára vagyok. Szomorú vagyok, mivelhogy körbeveszvalami nagy-nagy szomorúság.Szomorú vagyok, amikor átölel,valami szomorú ölelés. Szomorú vagyok, amikor szomorúbort iszom, hogy feledni tudjamvégtelen szomorúságomat. Szomorú ország szomorú polgára vagyok. Minden pillanatban szomorúságotszívok magamba.Nincs […]

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Homenagem a Fernanda Angius

Fernanda Angius: “és homem, não te esqueças”[1]                                                 Para a Fernanda, como diria Glória de Sant’Anna,                                                                                “daqui te vejo não te vejo sinto” A mulher: do século passado, rósea, olhos de sono e um sorriso vivo com um fundo de tristeza. Idosa. Sua carne eram pétalas de lírios demoradas ao sol, seus braços e pernas oscilavam, […]

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A problemática de Deus em José Saramago

Caim ou a natureza de deus Caim (2009), o último romance publicado em vida do autor, um pequeno volume mas singular e precioso por nele Saramago exprimir de um modo absoluto e transparente a sua visão do mundo e a sua oficina de escrita. Caim é igualmente o cúmulo da “fase da pedra”, iniciada em […]

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Quatro poemas do poeta romeno Ion Barbu traduzidos para português

Din Ceas dedus Din ceas, dedus adâncul acestei calme creste,Intrată prin oglindă în mântuit azur,Tăind pe înecarea cirezilor agreste,În grupurile apei, un joc secund, mai pur. Nadir latent! Poetul ridică însumareaDe harfe resfirate ce-n zbor invers le pierziŞi cântec istoveşte: ascuns, cum numai marea,Meduzele când plimbă sub clopotele verzi. Do Tempo, Deduzido Do tempo, deduzido […]

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Poemas (bilingue): Trad. Miguel Filipe Mochila

DEVOLUCIONES                         Ciertas formas de bar caliente diorama                        Eduardo Haro Ibars Que tu semen no sea escarcha ahoraque el mundo te repudia y vas a los lavabosa devolver el tiempo que nos venden,ínfulas de un mar que se bebieron.Yo te he visto enfundar con tu piel todo el misterio,andar desde tu alcoba, sumergirte en el viaje de […]

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Poesia italiana contemporânea (versão bilingue)

Il male come un caneche nel mordere diventa lupo,diventa sé, il male come dolore,cane e lupo i nomi le cose,poi la gioia del tuo corpo da sola, l’assenza pensata nella forma della gioia, e i nomi – nominon quantità,contro un cielo rossodel rosso della preistoria, di primache tu entrassi in una stanza,o in quest’aperto – […]

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