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48 artigos na categoria
Poesia
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Poesia italiana contemporânea

PERTURBAZIONE e quei fiotti inarginabili           il sanguinamento improvviso                     nel tunnel della metroquasi una fiorituradal rigoglio degli autunni:                        oppure il fondo al campo                                                  nell’erba alta                        la tagliola annidata                                                   invisibile                        nella trasparenza del gelo:  osì la luce sulle facciate                                                   dura                       per falde d’acqualo strappo trasversalele case nella morsa                      del vento perforante:                       come ad ogni perturbazi                                              un lento affioramento della luce                                                                  nel cerchio del cielo                      le nostre gole prese […]

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Dois poemas inéditos

AVISO 1. Alcancem o incenso branco [do nevoeiro do mar] que chega ao fim.Desnudem-se para que ao cair do dia, entrem, não desdenhem.(Aviso: Segurem as garrafas mesmo depois de beberem.Neste areal há sempre franjas arroxeadas, emaranhados, e mais parafernália. E a incerteza à sombra disso.)Triste? (Ouço a lamentação.Um outro amigo ri com um pé na […]

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Dois poemas inéditos 

a estante é, em si, umahistória: as tuas escolhas,os teus dedos sobre o brancoagora que é tudo acabado:levo os meus livros, despimosessa estante: uma nudezque não consigo encarar: fui eu, texto, que meservi de ti: da tuasubjetividade, dessa loucavontade de transformar imagens,emoções, em palavras:amaldiçoo-te por isto, porme quereres matar: na perspetivado texto, isto é: na […]

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Dois poemas inéditos 

COCAÍNA  eu podia ter arrancado aos jardins a falsa verdade. abrir a grade imersa  num saco de plástico pequenino onde guardavas três ou quatro filas de  coca. ajudar-te a penetrar as pregas de um escuro cristalino onde  marchava o argumento mais astuto.   viajante atrás de um mal de seda. memória doce de um traficante a […]

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Poesia italiana contemporânea (versão bilingue)

Non è tardi per sognare volare in mezzo all’oceano, galleggiare come gabbiani tra camelie bianche. Non è tardi per dire amore, anche se la risposta è il silenzio nelle ore che seguono il vespro. Non è tardi per essere circondata dall’essenza della vita, nonostante il vecchio passo, i sorrisi perduti, le parole non dette. No, […]

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Um poema inédito

//Posso parecer modesto no quererMas cuidaiÉ bem provável que seja apenasfingimentoQuero ser de estimação um osso— assim mesmoinvertido no sentidoQuero ver-me entre caninos alojadoe em saliva alheia redimido            Eu seiperdoai-me a insolência            Vós             a quem a minha insignificância             não é digna de qualquer metáforaperdoai-me também a existência— este delírio em forma de afrontamento Pesa sobre o que resta […]

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Poemas (bilingue): Trad. Victor Oliveira Mateus

ACLARACIÓN Como Pacheco, escribo un día y otropero no todas las cosas que escribosignifican lo mismo,hoy tocan el olvido o la muertemañana serán las olasy sus instrumentos;no amo nada que no vengaen un libronada que no se pueda resumiren una página,será por eso que los poetasno duramoscomo perdura el polvosobre nuestra ofrenda.Escribo sobre el miedopero, […]

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Dois poemas inéditos

dá-me de volta o amor, mesmo riscado e contaminado, dá-me o que importa, e o que não importa, o silêncio penhorado, e o musgo da sombra, que levaste no presépio da alegria, oh, dá-me o tempo das searas, e o pão que devíamos ter amassado, na poesia da nossa cama, dá-me a destreza de ter […]

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Poesia Italiana Contemporânea (versão bilingue)

IL CUORE PESATO come la favola del provinciale / perso nella grande città:sul piazzale dove le vie convergono / si orienta guardando i tiglilo stradario ramato delle macchie / che qui tempestano le foglie.tutto è foresta, le torri d’acciaio / le pareti specchianti, i vetrisono stagni fatati, rami e tronchi / percorsi da corvi parlanti;sarà […]

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Dois poemas inéditos

o cansaço alonga-senas ruas da cidadeexilada sem rios para desaguara dorroça as paredes das casase espraia-se nos bancosdos jardins não há notícia das chuvasnem dos bandos de corposque mastigavam a sede sobrevivem meia dúzia de janelasindefesase os acenos da memória o último habitante feriu-sequando tentou escalaros dias a Ricardo Reis Mestre quando a guerra terminarfarei […]

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Poema (bilingue): Trad. Victor Oliveira Mateus

“La palabra” Amo la palabraSu cabello rizado, la nariz un poco afiladaLa barbilla perfecta, y la mandíbula firmeLa palabra tiene mucho atractivo sexual. PareceMás linda cuando se estiraSu espalda oscila rítmicamente, si la estiroYace toda la noche hundida en mi pechoSi estoy triste, la cojo en mis brazosTengo miopía, también hipermetropíaNo puedo leer su cara […]

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Dois poemas inéditos

Amadeu Baptista NÃO CAIAS Aguenta mal o mal que te fizeremE não dês parte de fraco se morderemA mão com que deste de comer e a ternuraQue de boa-fé foste entregando. Molha a sopa em tudo o que reveleA malsã condição de te destrataremSe deste a carne e os ossos te roeramE no fim nem […]

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Sonetos (bilingue): Trad. João Albuquerque

João Albuquerque AMA TEU RITMO… Ama teu ritmo e ritma tuas acçõessob sua lei, assim como teus versos;és um universo de universose tua alma uma fonte de canções. A celeste unidade que pressupõesfará brotar em ti mundos diversos,e ao ressoarem teus números dispersospitagoriza em tuas constelações. Escuta a retórica divinado pássaro no ar e a […]

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Solveit

Solveit,poseída por un ensueño,convive con la ilusión en los adentros del bosque,le acompaña el viento que de tanto en tanto se posa en las rocas,el susurro de las hojas que se esconde en las sombras, adormecido por el mutismo,            que al cubrir la añoranza,invade la casa de piedra,eternizándose en la quietud de las flamas,en la indiferencia […]

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