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Poesia
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Poesia portuguesa

I É preciso estar no lugar certo. A horaé de somenos importância. Existem circunstâncias em queverdadeiramente importanteé não chegar a horas. Ainda assim,não deves transparecer que o atraso se deve a qualquer tipo de desleixo.Pelo contrário,todos os minutos são preciosose devem obedecer ao mais rigoroso cálculo matemático.Assim, aquando da tua entrada no salão dos funestos,não […]

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Poesia brasileira atual

As catadoras de maçãs Saia sobre saiatrazem corpos vestidospara o inverno fechar A gramínea fria não alcançapés guardados em botase caminhantes em fila No refino da coletacontorcem seus finos braçosmeio tato, meio olhararrancam do caule fresca fruta Mulheres de rostos rubros,outras já tendo sulcos,repetidas vãoaté o cesto vir à tona frutos E cantarolam e tantoaté […]

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Poesia Portuguesa

KOLN CONCERT NO ÍNDICO O concerto de Colónia espalha-se pela baía até ao limite dasnuvensao tremer das águas sucessivo segue o altear do piano em seuespasmo infinitoesqueço-me do rumor das casuarinasesqueço-me de todos os sonsapenas o crescendo desse revolver do piano no interior das águas e chove tanto de súbito no marchove essa chuva quente […]

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Poesia Portuguesa

…. e Moisés subiu à montanha, a nuvem cobriu a montanha e envolveu-odurante seis dias. Ao sétimo, e sempre no meio da nuvem o Senhorchamou a Moisés; depois entrou na nuvem e subiu à montanha e alipermaneceu durante quarenta dias e quarenta noites. Aqui, tempo natural, sonhamos a nuvem da fresca passagem. Navegamos naestrela lunar, […]

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Poesia Norte-Americana e Equatoriana Atual

EL VIAJE AL PAÍS DE LOS CANGREJOS AZULES Sin saber salimos de ese lugar natal después de milesde años, las manos estaban llenas de flores y fangoe imaginamos la copiosidad inmensa de las lenguasy las heridas desconfiadas.Con las manos como criaturitas inmóvilesfuimos depositando gotas de mar en la lengua,y descubrimos que no somos eternos,cuando las […]

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Poesia Espanhola Atual

JARDÍN DE PIEDRA  Otra tarde más de nubes lentísimassobre este jardín de piedras pulidas.Miro nada alrededor y lo percibo todo. Soy la niña angoleña de cabellosenmarañados que sonríe al pájaro,soy el yo fascinado que la observa. Hay una puerta amarilla y un perronegro que la olisquea con recelo. Soy el muchacho que escribe sin tildesen el móvil […]

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Poesia Italiana Atual

Scrivo poesie per vendicare tutti i bambini. Antonia Porta * Nella città ci sono punti magici:angoli dove sapere tutta l’età dell’acquadove ballare con la nebbia, parlarecon nessuno, confondersi. In mezzo alla strada i bambini giocano.Ci sono palloniche rotolano in pacee non li ferma nessuno: scappano. Signore! Signore è mia! Passandogli vicino mi sembravaparlassero della loro […]

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Poesia Portuguesa

de novoesta véspera de tina agitação das ínfimashoras voltadas para a comoçãoda sede na fozdo regresso não o regresso pulsantedos braços sobre a esperarubra ardendo nem o regresso comedidodos passos à constelaçãodo delírio antes o regresso emocionado do dia claro à confissão do adeus *** de novo aqui a solidão a cercara sede em tamboresbrancos […]

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Poesia Portuguesa

Musa a ouvir Verdes Anos e outros poemas Musa a ouvir Verdes Anos No coração de quem passaVerdes Anos, quem diriaMúsico Rui, de sua graçaReinventa a melodia. No Metro RestauradoresTudo o que era inda estáAo fundo dos corredoresOs cafés Luanda e Vává. Musa à porta da EscolaCinco e meia na Rua do TelhalSobem as escadas […]

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Poesia Chilena Atual

Adriático en Dubrovnik a Jaime Siles Este mar este mar Este MarÚnico perfecto conjugadonavegándose perpetuo en su descansoceremonia rito de linguaje He aquí el rostro de las horasel brazo que recorre y no respira (Yo he visto como el sol en su cadenciaadivina el arrebato… la partida) Argonautas que regresan con manzanaslirios islas en las […]

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Poesia Francesa Atual

quand pour toitout sera accompliil ne restera rienque tes motsqui dureront ce que durèrentles parchemins d’Éphèseà peine moins éphémèresque toiil restera l’amourque tu donnas aux hommeset qui perdureraaussi longtemps que vivront leurs souvenirset la leçon d’amourqui reverdiraà chaque saison du sangmais le sangtarirale motseuldemeureradans l’infinidu néant quando para titudo estará acabadonão restará nadasenão as tuas […]

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Poesia Italiana Atual

A mia nonna È domenica, mia nonna muoresulla sedia – e di lei mi restala sedia – accanto tiene il suobreviario e bruciano insieme.Di lei condivido l’intuizionedi mezzo seme. È domenicae di questo ceniamo, senzafame e senza dire grazie a chinon ci ha dato pane; e con lanausea di ieri ad affogare le naricimi racconta […]

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Poesia Espanhola Atual

Querencia Somos respiración del tiempoo voces oídas por el árbol más alto de la tierra.No sombras, no fronteras;secreta purificación dentro del poderoso vacíode tu imagen con mi imagen,allí donde la vida nunca se agrietasi dejo de mirar tu sonrisao el corazón que se llevaron los remolcadores. Sé que refulges en la llama de mi mirada,pues […]

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Poesia Espanhola Atual

LECCIONES DE SILENCIO Para Jacqueline Alencar, in memoriam Guardaba silencio.Acaso porque ellaera el silencio que necesitamosnosotros para ser. A veces se llevabauna mano a los labiospara que las palabras más humildesdurmieran o soñaran,como tesoro, en su interior.La palabra era un dulce secretoy, a la vez, su trabajo un gran donsi posaba sus manos en los […]

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Poesia Portuguesa

braço Nesse verão, passeámos nocampo e ouvimos a voz daterra contar segredos sobre nós. Não muito longe do lugaronde uma casa respirava pelachaminé como um ser vivo, achámos uma porta quase velhadeitada ao chão, fechada para odeslumbramento da manhã. Eu quis ir ver o que escondia, mas tudisseste que devíamos deixar opassado atrás da porta. […]

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Poesia Portuguesa

ESTUDOS MENORES EM TERRA DE POETAS [1] Mexidos andamentos cá vão no pulso do fraseiopara perdurar somente o bater daquela correntee medida voz continuando pois os tempos da quadrasão festas um coração nas gramáticas a letra mexidaa fala da gente é terra firme na viragem das quadrascerto fole de cantar trocando nas resistências porémoutra fala […]

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Poesia Espanhola Atual

Marea Baja En aquello que hagasen el lapso inconcreto de esa vidaque consideras tuya y es del viento,pon lo mejor que tengas:ardor, bondad, belleza. Todo lo que te haya sido dado,también cuanto hayas adquirido, todo,sin reservarte nada, a cada instante. ¿Porque sabes acaso si mañanahabrá camino para volver sobre lo andado,una oportunidad para la enmienda? […]

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