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181 articles filed in
Poesia
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Inéditos de Manuel Silva-Terra

Mãe, nossa Natureza sagrada soberana na Terra e no Céu e nas Águas santificado seja o Vosso nome somos do Vosso reino foi feita a Vossa vontade assim nas minas quanto na Troposfera a nossa ração de Petróleo nos dai hoje alguns de nós não conseguem perdoar-vos assim todos não seremos perdoados por tanta gulodice. […]

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Inéditos de André Alves

Falta-nos a permissão para narrar. Edward W. Said   O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. Elie Wiesel     A Palestina segundo Heródoto   I Jerusalém   Um autista é um homem livre, livre num certo firmamento de jaula Eyad al-Hallaq corria mas não era culpado era na cozinha aluno […]

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Inéditos de Graça Pires

Música   Convoco o rumor das teclas de um piano em sonata de beethoven. E ouço o grito intenso do silêncio, o vento enlouquecido, um inaudível lamento, uma luz no secreto rosto de deus. É o coração seduzido pela sublimidade da música. Como se fora água pura em diálogo com a terra fecundada. Como se […]

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Hino ao silêncio (versão bilingue)

Adâncul tâlc al Existenţei         Tăcerea mută-l revelează,                      când făr’ de chipul Aparenţei                 Realitatea o probează.   Imn Tăcerii   Cel ce aspiră încă să-şi rostească sensibila trăire-n poezie, Cel invitat la cina-mpărătească hrănind […]

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Poesia Húngara (versão trilingue)

Szomorú ország szomorú polgára vagyok. Szomorú a mosolyom, mert szomorú.Szomorú a nevetésem, mert szomorú.Szomorú a pillantásom, ahogy az uccánszomorú honfitársaimra nézek. Szomorú ország szomorú polgára vagyok. Szomorú vagyok, mivelhogy körbeveszvalami nagy-nagy szomorúság.Szomorú vagyok, amikor átölel,valami szomorú ölelés. Szomorú vagyok, amikor szomorúbort iszom, hogy feledni tudjamvégtelen szomorúságomat. Szomorú ország szomorú polgára vagyok. Minden pillanatban szomorúságotszívok magamba.Nincs […]

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Poemas (bilingue): Trad. Miguel Filipe Mochila

DEVOLUCIONES                         Ciertas formas de bar caliente diorama                        Eduardo Haro Ibars Que tu semen no sea escarcha ahoraque el mundo te repudia y vas a los lavabosa devolver el tiempo que nos venden,ínfulas de un mar que se bebieron.Yo te he visto enfundar con tu piel todo el misterio,andar desde tu alcoba, sumergirte en el viaje de […]

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Poesia italiana contemporânea (versão bilingue)

Il male come un caneche nel mordere diventa lupo,diventa sé, il male come dolore,cane e lupo i nomi le cose,poi la gioia del tuo corpo da sola, l’assenza pensata nella forma della gioia, e i nomi – nominon quantità,contro un cielo rossodel rosso della preistoria, di primache tu entrassi in una stanza,o in quest’aperto – […]

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Dois poemas inéditos

EM ESFORÇO DE INVESTIGAÇÃO Sentes o mais longo tempo da tua vida numa só palavra.Eis o mundo nocturno em esforço de investigaçãoque em plano mais fechado somente expressa a vidaem profundidades graves e insondáveis. Escrita que é para ti um peso que se tenta reformular –e validar, em densidade, o sentido suspenso. Descobres então que […]

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Dois poemas inéditos

1 Parto em quatro o círculo da pizzaum para mim, outro para tie mais dois que dou às aves de partida um copo de vinho tintoreserva ainda deste sabor por tina imobilidade que nos comeas palavras excessivas de queijo de ervas daninhasa crescerem-me no corposolto inúteis impropérios parto ainda as fatias que me cabeme mastigo […]

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Três poemas (versão bilingue)

LOS PIES DE ULISES Fui devorado por el mar,pero mis pies memorizaron Ítaca, su hierba y el misterio condenado a mí.Por ellos regresé multiforme y primitivo de sandalias.Allí, velaron mi nombre una y mil noches, bajo las estrellas y cerca del Egeo.Alguien rozó la sagrada marca en mi piel y preguntó:¿Quién eres?Sólo mis huellas, arquitectas […]

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Poesia italiana contemporânea (versão bilingue)

Alla fine del semestre Saltare sulla bicicletta di unoche dà brividi alla pelle di nuovo viva,essere riportato nella nuova casaormai vecchia di qualche stagione,dimenticare il cellulare nel parcola settimana prima di partire perdere tutto–senza numeri senza foto né ricordiaspettare che vengano a prendertie di nuovo essereriportati nella vecchia casa,sapere che è breve il tempo della […]

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Poema (bilingue): Trad. Victor Oliveira Mateus

LA PREGUNTA                                           Para Carlos Medrano No sabe si lo que el viento le robófue su inocencia o la cometa.Atrapada en el árbolel muchacho tiraba de la cuerda desesperadamente,levantaba los brazos, se encorvaba,quebraba alguna rama que caíacomo un pájaro herido.Casi desnudo, la mirada plomiza,se alejaba girando la cabezapor si un golpe de viento se la diera.Mañana […]

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Poema (bilingue): Trad. Victor Oliveira Mateus

LA CHICA DEL TAMBOR En el sueño no nos compromete esta escena.Quién puede pedirme cuentaspor recibirte en mi camasi llegas huyendo de una persecución,o a ti por ser un bebedor matutino.Después de todo, eso lo vien una película al acostarme.Nadie puede achacarnosque utilice tu cara para representarel papel de ese espía tan perturbador.Las palabras no […]

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Três poemas do livro "Altos Cumes"

Alvão Começava com a pulsação de um poemaa bater no peito dilatadoe com a mão inábil tentava afinaro assobio dos seus lábios ardentes Sentia o apelo dos lugares elevadosnas suas pernas e nos seus ombrosque o erguiam numa imprudênciade sangue quente pelos caminhos E lá do alto o vale deslizavasobre um glaciar por entre as […]

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Poema (bilingue): Trad. Victor Oliveira Mateus

Has podido vivir ocultoy no lo has hecho, sea por vanidado por soberbia. En vez del buen sentirte enfangaste en los varios devaneos.Ya no podrás volver, ahora,a lo mundano, sin espanto, ni a ningunapureza que no sea altiva.No sembrará el que mira al vientoy el que mira a las nubes no segará.Con un minuto de […]

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Poesia italiana contemporânea

PERTURBAZIONE e quei fiotti inarginabili           il sanguinamento improvviso                     nel tunnel della metroquasi una fiorituradal rigoglio degli autunni:                        oppure il fondo al campo                                                  nell’erba alta                        la tagliola annidata                                                   invisibile                        nella trasparenza del gelo:  osì la luce sulle facciate                                                   dura                       per falde d’acqualo strappo trasversalele case nella morsa                      del vento perforante:                       come ad ogni perturbazi                                              un lento affioramento della luce                                                                  nel cerchio del cielo                      le nostre gole prese […]

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Dois poemas inéditos

AVISO 1. Alcancem o incenso branco [do nevoeiro do mar] que chega ao fim.Desnudem-se para que ao cair do dia, entrem, não desdenhem.(Aviso: Segurem as garrafas mesmo depois de beberem.Neste areal há sempre franjas arroxeadas, emaranhados, e mais parafernália. E a incerteza à sombra disso.)Triste? (Ouço a lamentação.Um outro amigo ri com um pé na […]

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