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181 articles filed in
Poesia
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Poesia romena atual

DONNA MIRACULATA.De când m-ai părăsit mă fac tot mai frumoasăca hoitul luminând în întuneric.Nu mi se mai observă fragila mea carcasă,nici ochiul devenit mai fix și sferic,nici zdreanța mâinilor pe obiecte,nici mersul, inutil desfigurat de jind,─ ci doar cruzimea ta pe tâmplele-mi perfecte,ca nimbul putregaiului sclipind…DONNA MIRACULATA.Desde que me dejaste me he vuelto más bellaigual […]

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Poesia portuguesa

A MÁSCARA DO POETA.1.Debruçado sobre a sua escrivaninha,juncada de folhas de papel imaculado,o poeta experimenta os aparos, as coresdas tintas com que irá mascararos seus versos, cortará as amarrase o fio com que se cosem as nuvensao céu do seu tempo de escrita,.o poeta dispõe-se a desenhar letras,letras que serão outras tantas amantesquando as vê, […]

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Poesia boliviana atual

Fragmento de Los momentos del fuego.Es una oliva preciosa la santa cruz….Santa Teresa de Ávila..Cantos de arena – I.1.Lo supieron sus manoscuando acarició la rosay el aire trizadobrilló en cada coágulo de luz..Un tajo hirió el tiempo:una breve eternidadinundó el mundoy las avescallarony los grillosno latieron en la noche..Entoncesel filoespinadode un gritocongelócada pétalo..2.Lo supo el […]

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Poesia portuguesa

OS GOIVOS O canteiro de goivos é a soluçãopara os problemas deste dia, oudo país, ou de uma certa região do globo.Vamos imaginar que o seu perfumeme bloqueia a dor de certas mortes.Vamos presumir que a forma do canteiroimpede que o mundo se evapore,e que estas flores-espiga cor de vinhovedam novidades, capturam fendase apagam tudo […]

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Poesia portuguesa

O VOO DA ANDORINHA EM ÉPOCA NATALÍCIA..Estou cansado de procurar nas esquinas da cidadeum manancial de pedras.Está frio lá fora, um frio inamovível, que preparadeterminadas respostas, as que cobrem de água a árvore intacta,ou o voo da andorinha que se esqueceu de fugirdeste destino irredutível.Do natal pouco sei, apenas que as luzes já não me […]

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Poesia italiana atual

Sentire come allora. Bambini-parco-giochi.Sentire la vita come allora e in un puntopreciso, dentro al petto. Chiaro nitidopungente. Accorgersi del noto.Lo spazio tra le cose, tra il piede che si alzanella corsa e il piede-ancora che tiene.Polvere, il radioso nello spaziotra le dita. Sentire un freddo che è lontano,acuminato. Universo che semina nel pettoqualcosa di antico […]

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Poesia portuguesa

e o dia envelheceu como um pássaroem ruínas. as molduras miravam-mena sépia distante dos rostos que nãodistam mais do que uma noite sem oração.a noite irrompe pelos cómodos da casafere os quartos e a cozinha com um lastrode vergônteas. a glicínia devora os murosdurante a infância do estio. retratos vivosno amanho do silêncio de encontro […]

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Poesia italiana atual

I .I ragazzi alla spiaggia di Focene,insieme incontro all’onda sonnolentache ritornando bagna loro il fiancoadolescente. È questa vita, lenta,la sua illusione qui della durataeterna. Quando ciò che resta è il biancodella parete a fine di giornata,mese placido, tempo che viene,i ragazzi alla spiaggia di Focene. .II .I morti tentano di consolarcima il loro tentativo è […]

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Poesia portuguesa

DENTRO DAS IMAGENS Os poemas têm veneno na boca..Na estrada da minha vidaplantei a árvoresem saber quem era..Em que parte do planetahá mais ódio? A matériaerosiva transforma o corpoe não há regresso. Nãorestará um monte de estrume..Em todo o ladoparece que o mundo em desordempouco a pouco enlouqueceue os homens atam a cordaà espera que […]

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Poesia espanhola atual - I

La gloria de la chinche.No me llames chinchellámame Cimex lectularius,soy el guardián de tus sueños,la presencia invisible y tan realque desata tus más ocultas ansiasde Livingstone doméstico..Búscame o, mejor, ignórame.Inténtalo..Me denigras, me maldices,desempolvas remedios legendários,consultas a la abuela y algurú,lo pruebas todo.Iluso..Insúltame cuanto quieras,reniega de mí, relégamea la más infame ignominia.Tú mismo.Yo aqui seguiré,tus uñas […]

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Poesia espanhola atual - II

Las muletas de la cucaracha (La cucaracha ya no pode caminharporque no tiene, porque le faltanlas dos patitas de atrás.Canción popular)..Fue traumático, lo admito,eran las dos traseras,pero eran mis patitas..El pueblo me las quitócon sus cantares livianos.Acaso no sabíanque sus rimasmutilaban de verdade? Aún las busco al despertary cuento dos pares tan solo.Com muletas no […]

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Poesia portuguesa

subitamente a ferida fechou-se: a sua boca sobre a pele cerrou os lábios: agora é como se nada tivesse acontecido: ergo um pouco os olhos, observo as tuas expressões: a dúvida é uma simples palavra, a dúvida infiltra-se por dentro de todas as palavras: assim, todo o texto pode dizer o seu contrário, é então […]

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Poesia portuguesa

A ESSÊNCIA DAS COISAS O prazer é o primeiro dos bens. É a ausência de dor no corpo e de inquietação na alma.EPICURO Jamais alguém mergulharáduas vezes no mesmo rio.HERACLITO sentado no chão desta praia nuaou no coração do mundo sentado? 2degusto em pleno o momento que passao tempo ceifa tudo e nada esquece escutando […]

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il neige - inventaire des absences (publicação bilingue: versão em português)

neva – inventário de ausências por vezes é agradávelpor vezes referimos esse facto é agradável para aquela que lá está insiste-se lembra-teum céu muito escuro ou talvez neve parece que sou eu eu murmura elao meu medo aos saltos face a esta constelação de covasuma sílaba, mas depois faltavam outraso meu medo – vigília ensurdecedora […]

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il neige - inventaire des absences (publicação bilingue: versão em francês)

il neige – inventaire des absences parfois c’est douxparfois on mentionne ce fait c’est doux à celle qui est là on insiste rapelle-toiUn ciel três noir ou bien il neige il paraît que c’est moi moi murmure-t-ellema peur par bonds face à cette constellation de fossesune syllabe, puis d’autres manquaientma peur – vigile tonnant – […]

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Poesia italiana atual

La notte, incurante, ne battesima moltiporgendo alla fronte un’improntae sono loro gli scomparsi.Altri aspettano, altri negano, altri fingonoche nulla accada mai.Altri disperano, altri cercano gli affettiritrovandoli daccapo.Chi vorresti chiamare per nomesentendolo vicino? *** A noite, desatenta, abençoa tantoscolocando-lhes na fronte um sinale são eles os ausentes.Outros esperam, outros recusam, outros fingemque nada acontece.Outros desesperam, outros […]

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Poesia brasileira atual.

YOGAPara Gabrielle Dal Molin e Carina Cruz Árvore De pé, põem-seas mãos juntaspara cima, um péalçado e apoiadoperto da virilhae esticam-se osbraços cada vezmais e mais. Parece simples,mas obrigar-sea crescero tempo tododói muitíssimo. *** Tartaruga Levar consigo a própria moradaseria sempre ter proteçãonão fosse todo claustroum afogamento. *** Peixe com leão Minha professora me dissepra […]

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