Tudo dói na crueza das manhãs:mil vezes devaneiomil vezes palmilho a mesma ruamil vezes anoitecemil vezes a noite te oculta como barco.Hoje és tu que me procurasna orla dos ninhosna sombra despojada de um arbusto,na pluma da cama desalentadano apogeu ofegante dademanda nas cavernas da pele.Tu, o mais nu dos pronomes. Inédito –-* Não, elas […]
Previous page Next page