menu Menu
78 artigos na categoria
Portugal
Página anterior Próxima página Próxima página

Os grandes lagos da noite de José Manuel de Vasconcelos (Recensão)

Os grandes lagos da noite. José Manuel de Vasconcelos. Vila Nova de Famalicão: Edições Húmus, 2021. O livro “Os grandes lagos da noite” de José Manuel de Vasconcelos apresenta-se-nos como um conjunto de textos, onde predominam os longos poemas monostróficos (apenas nove não o são!) em verso livre e que, apesar da ênfase dada ao […]

Continuar leitura


Revista Oresteia Nº 9, outubro de 2022.

Oresteia, Revista de Literatura, Filosofia, Ciências Sociais e Artes. Publicação semestral, Nº 9, outubro de 2022: Lisboa, ISSN 2184-8831. Sumário 1. – Não Matarás! de Teresa Martins Marques (Recensão) por Victor Oliveira Mateus 2.- Poemas de Ana Mafalda Leite 3.- Poemas de Amélia Vieira 4.- Poemas de Ivonne Gordon 5.- A Palavra é o Coração […]

Continuar leitura


Não Matarás! de Teresa Martins Marques (Recensão)

Não Matarás! Lisboa: Gradiva Publicações, 2022. Não matarás é o título do mais recente romance de Teresa Martins Marques. Esta obra, centrada no assassinato de Aldo Moro, insere-se num território pluridisciplinar, onde, para além da Ficção, se nos depara igualmente a História, o Jornalismo de Investigação, a Política e a Ética. Assim, e tomando como […]

Continuar leitura


Poesia Portuguesa

KOLN CONCERT NO ÍNDICO O concerto de Colónia espalha-se pela baía até ao limite dasnuvensao tremer das águas sucessivo segue o altear do piano em seuespasmo infinitoesqueço-me do rumor das casuarinasesqueço-me de todos os sonsapenas o crescendo desse revolver do piano no interior das águas e chove tanto de súbito no marchove essa chuva quente […]

Continuar leitura


Poesia Portuguesa

…. e Moisés subiu à montanha, a nuvem cobriu a montanha e envolveu-odurante seis dias. Ao sétimo, e sempre no meio da nuvem o Senhorchamou a Moisés; depois entrou na nuvem e subiu à montanha e alipermaneceu durante quarenta dias e quarenta noites. Aqui, tempo natural, sonhamos a nuvem da fresca passagem. Navegamos naestrela lunar, […]

Continuar leitura


François Villon, o "poeta maldito" da Idade Média, evoca Paris (Ensaio)

Francois Villon, o “poeta maldito” da Idade Média, evoca Paris Nos últimos anos da Idade Média, um poeta como Eustache des Champs celebra galhardamente, numa balada intitulada “Paris”, os encantos da capital francesa. C ‘est la cité sur toutes couronnée Fontaine et puits de sens et de clergie Sur le fleuve de Seine située: Vignes, […]

Continuar leitura


A poesia do neo-realismo em Portugal (Ensaio)

A poesia do neo-realismo em Portugal Por Maria João Cantinho (i) É transparente como água que literatura não é política nem sociologia e que arte literária não é propaganda. Mas não é menos transparente que toda a obra literária – voluntária ou involuntariamente – exprime uma posição política e social e que toda ela faz […]

Continuar leitura


Poesia Portuguesa

de novoesta véspera de tina agitação das ínfimashoras voltadas para a comoçãoda sede na fozdo regresso não o regresso pulsantedos braços sobre a esperarubra ardendo nem o regresso comedidodos passos à constelaçãodo delírio antes o regresso emocionado do dia claro à confissão do adeus *** de novo aqui a solidão a cercara sede em tamboresbrancos […]

Continuar leitura


Poesia Portuguesa

Musa a ouvir Verdes Anos e outros poemas Musa a ouvir Verdes Anos No coração de quem passaVerdes Anos, quem diriaMúsico Rui, de sua graçaReinventa a melodia. No Metro RestauradoresTudo o que era inda estáAo fundo dos corredoresOs cafés Luanda e Vává. Musa à porta da EscolaCinco e meia na Rua do TelhalSobem as escadas […]

Continuar leitura


O corpo estesiológico: para uma tópica erótica em Maurice Merlau-Ponty (Ensaio)

O corpo estesiológico: para uma tópica erótica em Maurice Merleau-Ponty (com António Ramos Rosa de permeio) _______________________________________________________ luís filipe pereira * “[…] Du Logos à l´Eros, dont lúnion préside au passage d´un monde présent aux mondes possibles” A.-T. Tymieniecka (1972, 13) Pretendo reflectir, de modo necessariamente sucinto, acerca da função e estatuto da erotização da […]

Continuar leitura


Este meu corpo humano de Maria do Rosário Pedreira (Recensão)

Este meu corpo humano, Maria do Rosário Pedreira, Ed. Quetzal, 2022 O corpo é simplesmente uma alma. Uma alma enrugada, gordurosa ou seca, peluda ou calosa, áspera, flexível, estalejante, graciosa, (…) coberta de organdi ou camuflada em cáqui, multicor, coberta de graxa, de chagas, de verrugas. É uma alma em acordeão, em trompete, em ventre […]

Continuar leitura


Avenida da Liberdade (Conto)

AVENIDA DA LIBERDADE -E tu, como te chamas? -Eu? -Sim, como te chamas? -Avenida da Liberdade. -Mas isso é um lugar. Tu, como te chamas? – Avenida da Liberdade! – És um lugar? -Está ali escrito, não vês? “Avenida da Liberdade”. -Sim, mas tu, tu mesmo, como te chamas? Ninguém é um lugar… -Eu posso […]

Continuar leitura


Kant: A Crítica da Razão Pura : alguns tópicos (Ensaio).

Kant, alguns tópicos: Período Pré-Crítico, Estética Transcendental,Analítica Transcendental, Dialética Transcendental, as Três Ideias daRazão (Deus, Alma, Mundo). Marco fundamental na História da Filosofia Ocidental, Immanuel Kant(1724-1804) continua ainda hoje a suscitar posições divergentes eacaloradas quanto às diversas teorias que propôs, assim, podemosencontrar entre os que o refutam, filósofos como Graham Harman, RayBrassier, Quentin Meillassoux e […]

Continuar leitura


Penas Verdes em Tempos e Ventos de Guerra (Conto)

Conto XIX – Penas Verdes em Tempos e Ventos de Guerra Na minha casa, ao fundo do quintal, há um muro cinzento que corta a vista para o quintal das traseiras da casa do vizinho. Mas a cinquenta metros para lá do muro já se consegue ver as janelas do primeiro andar, da água furtada […]

Continuar leitura


Poemas em Prosa

Smoking Brown King Size com filtros Lx 20.09.2019 – Com o Cunha chupei um paiva a ver o Toy Story 4, e o seu cerne inquietou-me pela primeira vez desdeque vivo com estes bonecos, só porque finalmente estranhei a bizarria do polímero falante. – Fui acinzar um Marlboro na marquise e reencontrei areia velha nos […]

Continuar leitura


Poesia Portuguesa

braço Nesse verão, passeámos nocampo e ouvimos a voz daterra contar segredos sobre nós. Não muito longe do lugaronde uma casa respirava pelachaminé como um ser vivo, achámos uma porta quase velhadeitada ao chão, fechada para odeslumbramento da manhã. Eu quis ir ver o que escondia, mas tudisseste que devíamos deixar opassado atrás da porta. […]

Continuar leitura


Poesia Portuguesa

ESTUDOS MENORES EM TERRA DE POETAS [1] Mexidos andamentos cá vão no pulso do fraseiopara perdurar somente o bater daquela correntee medida voz continuando pois os tempos da quadrasão festas um coração nas gramáticas a letra mexidaa fala da gente é terra firme na viragem das quadrascerto fole de cantar trocando nas resistências porémoutra fala […]

Continuar leitura



Página anterior Próxima página

keyboard_arrow_up