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119 artigos na categoria
Poesia
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Homenagem a Filipa Barata

Filipa Andrea Barata nasceu em 21 de Janeiro de 1981. Era quarta-feira e o sol brilhou em Lisboa.Viveu quase sempre em Santa Iria da Azóia, com os pais, onde frequentou as escolas primária e a C+S. Posteriormente frequentou a Escola Secundária de São João da Talha, onde terminaria o 12º ano. Revelou, desde muito cedo, […]

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Poesia espanhola atual

De HISTORIA DE UN ALMA (Visor, 2017) . DE UNA FORMA O DE OUTRA.Pero yo digo lo contrario:la vida de los santos es hermosa,vana y brillante, en cambio, su leyenda..Piensa en los años de abandono,de soledad y de silencio al fondo de una grutao de una celda blanca en compañíade un puñado de libros..Recuerda los […]

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Poesia portuguesa

A Minha Rua quando o manuel de freitasatravessa a minha ruaa caminho da rua conde das antaseu da minha janelaconsigo contar quantos passossão precisos para chegar a um poema .** Medida de Coação é por isso mesmoé como lavarmuitas vezes as mãospara não gastar águamas tu dissesteque eunão sou de ninguéme isso basta-nosno tempo que […]

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Poesia portuguesa

Para o António Ventura, poeta discreto.Veio o verão, nessa primavera de 1986 que raramente amanhecera fria.O que fora um tremendo tempo, um ar de inverno a prolongar-se,deslizava já entre vagas litanias.Março nasceu cedo, dissera o senhor cura: são meses para poetas,flores de campónio, lírios sem cheiroque vagabundeiam nas serras e montanhas.São flores de agreste odor, […]

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Poesia luso-colombiana

Carta não enviada de Eloísa para Abelardo Onde procurar a tua mãoagora que a minha é inútil?És infinito porque inatingível.Em êxtase de tiFui banida da sombra do paraísoao qual não aspiro.Entretanto,nada mais real do que o sofrimentodestas paredesexaltadas para te humilhar.Apaga resolutamenteo dia sangrentoe a clareza da minha dor sobrevivente.Aguarda-te um paraíso brilhante.Que baste, para […]

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Poesia portuguesa

flamejar a palavra para que ela se torne a acção de um corpo sem partes,em lugar da paixão de um organismo feito em pedaçosGilles Deleuze..Penélope.Tenho um péssimo sentido de oportunidadeou estou atrasada ou adiantadadesapareço nesse intervalo de tempoquase não existo, não que faça muita questãomas às vezes dava jeito saber vivere sair do animismosou uma […]

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Poesia romena atual

DONNA MIRACULATA.De când m-ai părăsit mă fac tot mai frumoasăca hoitul luminând în întuneric.Nu mi se mai observă fragila mea carcasă,nici ochiul devenit mai fix și sferic,nici zdreanța mâinilor pe obiecte,nici mersul, inutil desfigurat de jind,─ ci doar cruzimea ta pe tâmplele-mi perfecte,ca nimbul putregaiului sclipind…DONNA MIRACULATA.Desde que me dejaste me he vuelto más bellaigual […]

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Poesia portuguesa

A MÁSCARA DO POETA.1.Debruçado sobre a sua escrivaninha,juncada de folhas de papel imaculado,o poeta experimenta os aparos, as coresdas tintas com que irá mascararos seus versos, cortará as amarrase o fio com que se cosem as nuvensao céu do seu tempo de escrita,.o poeta dispõe-se a desenhar letras,letras que serão outras tantas amantesquando as vê, […]

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Poesia boliviana atual

Fragmento de Los momentos del fuego.Es una oliva preciosa la santa cruz….Santa Teresa de Ávila..Cantos de arena – I.1.Lo supieron sus manoscuando acarició la rosay el aire trizadobrilló en cada coágulo de luz..Un tajo hirió el tiempo:una breve eternidadinundó el mundoy las avescallarony los grillosno latieron en la noche..Entoncesel filoespinadode un gritocongelócada pétalo..2.Lo supo el […]

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Poesia portuguesa

OS GOIVOS O canteiro de goivos é a soluçãopara os problemas deste dia, oudo país, ou de uma certa região do globo.Vamos imaginar que o seu perfumeme bloqueia a dor de certas mortes.Vamos presumir que a forma do canteiroimpede que o mundo se evapore,e que estas flores-espiga cor de vinhovedam novidades, capturam fendase apagam tudo […]

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Poesia portuguesa

O VOO DA ANDORINHA EM ÉPOCA NATALÍCIA..Estou cansado de procurar nas esquinas da cidadeum manancial de pedras.Está frio lá fora, um frio inamovível, que preparadeterminadas respostas, as que cobrem de água a árvore intacta,ou o voo da andorinha que se esqueceu de fugirdeste destino irredutível.Do natal pouco sei, apenas que as luzes já não me […]

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Poesia italiana atual

Sentire come allora. Bambini-parco-giochi.Sentire la vita come allora e in un puntopreciso, dentro al petto. Chiaro nitidopungente. Accorgersi del noto.Lo spazio tra le cose, tra il piede che si alzanella corsa e il piede-ancora che tiene.Polvere, il radioso nello spaziotra le dita. Sentire un freddo che è lontano,acuminato. Universo che semina nel pettoqualcosa di antico […]

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Poesia portuguesa

e o dia envelheceu como um pássaroem ruínas. as molduras miravam-mena sépia distante dos rostos que nãodistam mais do que uma noite sem oração.a noite irrompe pelos cómodos da casafere os quartos e a cozinha com um lastrode vergônteas. a glicínia devora os murosdurante a infância do estio. retratos vivosno amanho do silêncio de encontro […]

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Poesia italiana atual

I .I ragazzi alla spiaggia di Focene,insieme incontro all’onda sonnolentache ritornando bagna loro il fiancoadolescente. È questa vita, lenta,la sua illusione qui della durataeterna. Quando ciò che resta è il biancodella parete a fine di giornata,mese placido, tempo che viene,i ragazzi alla spiaggia di Focene. .II .I morti tentano di consolarcima il loro tentativo è […]

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Poesia portuguesa

DENTRO DAS IMAGENS Os poemas têm veneno na boca..Na estrada da minha vidaplantei a árvoresem saber quem era..Em que parte do planetahá mais ódio? A matériaerosiva transforma o corpoe não há regresso. Nãorestará um monte de estrume..Em todo o ladoparece que o mundo em desordempouco a pouco enlouqueceue os homens atam a cordaà espera que […]

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Poesia espanhola atual - I

La gloria de la chinche.No me llames chinchellámame Cimex lectularius,soy el guardián de tus sueños,la presencia invisible y tan realque desata tus más ocultas ansiasde Livingstone doméstico..Búscame o, mejor, ignórame.Inténtalo..Me denigras, me maldices,desempolvas remedios legendários,consultas a la abuela y algurú,lo pruebas todo.Iluso..Insúltame cuanto quieras,reniega de mí, relégamea la más infame ignominia.Tú mismo.Yo aqui seguiré,tus uñas […]

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Poesia espanhola atual - II

Las muletas de la cucaracha (La cucaracha ya no pode caminharporque no tiene, porque le faltanlas dos patitas de atrás.Canción popular)..Fue traumático, lo admito,eran las dos traseras,pero eran mis patitas..El pueblo me las quitócon sus cantares livianos.Acaso no sabíanque sus rimasmutilaban de verdade? Aún las busco al despertary cuento dos pares tan solo.Com muletas no […]

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