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127 artigos na categoria
Literatura
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Revista Oresteia Nº8, maio 2022

Oresteia, Revista de Literatura, Filosofia, Ciências Sociais e Artes, Publicação quadrimestral, Nº 8, maio de 2022: Lisboa, ISSN 2184-8831. Sumário 1.- Homenagem a Jacqueline Alencarpor Leonam Cunha 2.- Poemas de Alfredo Pérez Alencart 3.- Poemas de Antonio Colinas 4.- Poemas de Maria do Rosário Pedreira 5.- Poemas de Hugo Milhanas Machado 6.- Poemas de Antonio […]

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Homenagem a Jacqueline Alencar

Por isso eu acho o sorriso sutil algo escandalosamente belo Para Jacqueline Alencar Como bom subtropical que sou, não decifro bem as estações. Mas creio que era verão. Certamente era verão: fazia demasiado calor, as nuvens se dispersavam no firmamento, o céu azulava a tarde e havia anciães demais pelas esquinas. Afinei o meu gesto […]

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Poesia Espanhola Atual

Querencia Somos respiración del tiempoo voces oídas por el árbol más alto de la tierra.No sombras, no fronteras;secreta purificación dentro del poderoso vacíode tu imagen con mi imagen,allí donde la vida nunca se agrietasi dejo de mirar tu sonrisao el corazón que se llevaron los remolcadores. Sé que refulges en la llama de mi mirada,pues […]

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Poesia Espanhola Atual

LECCIONES DE SILENCIO Para Jacqueline Alencar, in memoriam Guardaba silencio.Acaso porque ellaera el silencio que necesitamosnosotros para ser. A veces se llevabauna mano a los labiospara que las palabras más humildesdurmieran o soñaran,como tesoro, en su interior.La palabra era un dulce secretoy, a la vez, su trabajo un gran donsi posaba sus manos en los […]

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Poesia Portuguesa

braço Nesse verão, passeámos nocampo e ouvimos a voz daterra contar segredos sobre nós. Não muito longe do lugaronde uma casa respirava pelachaminé como um ser vivo, achámos uma porta quase velhadeitada ao chão, fechada para odeslumbramento da manhã. Eu quis ir ver o que escondia, mas tudisseste que devíamos deixar opassado atrás da porta. […]

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Poesia Portuguesa

ESTUDOS MENORES EM TERRA DE POETAS [1] Mexidos andamentos cá vão no pulso do fraseiopara perdurar somente o bater daquela correntee medida voz continuando pois os tempos da quadrasão festas um coração nas gramáticas a letra mexidaa fala da gente é terra firme na viragem das quadrascerto fole de cantar trocando nas resistências porémoutra fala […]

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Poesia Espanhola Atual

Marea Baja En aquello que hagasen el lapso inconcreto de esa vidaque consideras tuya y es del viento,pon lo mejor que tengas:ardor, bondad, belleza. Todo lo que te haya sido dado,también cuanto hayas adquirido, todo,sin reservarte nada, a cada instante. ¿Porque sabes acaso si mañanahabrá camino para volver sobre lo andado,una oportunidad para la enmienda? […]

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Loucura Criadora. Leituras de Jorge de Sousa Braga

Num soneto sem título, Ângelo de Lima, poeta modernista português que viveu parte da sua vida internado em instituições psiquiátricas, dá uma imagem viva e pungente da loucura enquanto processo mental. O poema relata um momento de paragem do pensamento, caracterizado metaforicamente como um “Cavalo Alucinado” que vive numa “Douda Correria”, “em Busca… da Paz… […]

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O Expresso de São Petersburgo

O EXPRESSO DE SÃO PETERSBURGO Há quem goste de carros ou de aviões, eu gosto de comboios, gosto muito de comboios. Há sete ou oito anos, não sei bem, decidi ir uns dias a São Petersburgo, que eu ainda não conhecia, a partir da Bielorrússia, onde estava de férias. De comboio, claro, porque aqueles comboios […]

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Desejo e Espiritualidade em La Parcela de Alejandro Simón Partal

La Parcela (Caballo de Troya, 2021) é a primeira incursão no romance de Alejandro Simón Partal, cuja obra poética obteve já, de entre as várias distinções, os Prémios Arcipreste de Hita (2017) e Hermanos Angensola (2019). Em termos de galardões, ao presente romance foi igualmente atribuido o Prémio Cálamo (2021). É doutorado em Filologia Hispânica […]

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Poesia Italiana Atual

INTERIORE INVERNAL a Gaetana, mia nonna Ogni volta che ti penso – ma non è esattoscrivere che ti penso, semplicementeconsistinel peccatodi amare la vita – vedo la cucinad’inverno, l’ammattonato a scacchi di graniglia biancae verde, il carrello caricodi broccoli e arance, le foglie generosee scure sporgere all’orlodelle buste, l’aria fredda, la brina sui vetrie il […]

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Poesia Atual Espanhola (I)

MARY SHELLEY ETA BERE PIANO GARDENA Pianoa gardena zen, armazoia, tapa, sokak zuriak. Mary Shelley aulkian jarrita zegoen palmondo nano baten aurrean, palmondoa beirate baten azpian, beiratea alabastrozko ezkataz apaindurik. Ezkata haiek izan zitezkeen Maryren bular zanpatuak, mihiari ebakitako zatiak, Maryren burmuinaren erdia, Maryren betazpietako zirku-pista. Itsasontziaren atondoan, Mary zurbila pianoa jotzen ari zen hildako […]

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Poesia Espanhola Atual (II)

ZISNEAREN KANTUA Zenbat balio du gutxi jakin nahi etaezer eskatzen ez duen emakume batek? Esku-ahurrak gora begira ditu,eta zeruak adurra askatzen du, errukior. Hileko odolari, iraganaren akronimo horri,seme nerabearen tristura elkartu zaio. Kantuan ari da zisnea, mezurik sentituenahormonen ilunabarrean. Teilapeetan, amodioak gogaitu eta elikaturiko bizitzak,bodegoi sepia eta berdeak, bakea eta gerra lore artean. Hain da […]

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Literatura para Infância e Ideologia (Ensaio)

Literatura para a Infância e Ideologia É habitual nos livros destinados aos mais novos, depararmo-nos com um destinatário expresso, a criança ou o jovem, muitas vezes explicitamente definido pelo poeta ou narrador e outras vê-lo subentendido nas marcas específicas deixadas por inúmeras caraterísticas do texto, onde a adequação linguística, concretizada por vias múltiplas, adivinha um […]

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Do Tempo (Conto)

Do tempo Pedes-me que te fale do tempo, indico-te a cadeira de costura baixa da biblioteca e rogo-te que se sentes.É uma cadeira de pernas curtas que outrora serviu para os serões de costura da minha avó. Guardo ainda, na única gaveta, minúscula, um carro de linhas que hesito em usar. Sinto que o facto […]

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O Almoço  (Conto)

                                                                    O almoço O disco do fogão inflamou-se ao rubro sem que ela conseguisse de lá tirar olhos. Conseguiria tirar a mão? Pensou, não tendo coragem para mais. Uma placa negra onde a circunferência vermelha ganha vida. Cobriu-a com a frigideira onde uma colher de manteiga aguardava serena, não sabendo ao que vai, arrancada do pacote […]

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Poesia Espanhola Atual (I)

HAY ciervos en mi sueñosus ojosguardianes del miedorastrean los bosques extraviadosdentro de mis pupilas hablantodas las lenguasque alguna vez he sabidoy yo los entiendoy me regocijocuando el caos se me hace cosmos desde dónde amar desde un lugar de aire y luzque sólo existe en la memoriadesde una infancia imaginadaque palpita dentro de este sueñocomo […]

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