menu Menu
63 artigos na categoria
Literatura
Página anterior Próxima página Próxima página

Homenagem a Astrid Cabral

ASTRID CABRAL: UMA AURA DE POESIA   O ano de 1963 foi marcado pela estreia em livro de uma das melhores e mais completas escritoras brasileiras da geração de trinta: Astrid Cabral publicava, pela GRD, do Rio de Janeiro, os contos de Alameda. Ao longo de seu trajeto, Astrid acumularia êxitos notáveis em quase todos […]

Continuar leitura


Inéditos de Teresa Rita Lopes

AUTOBIOGRAFIA BREVE Nasci em casa como dantes se nascia três meses depois do meu Pai morrer na mesma cama em casa como também dantes se morria. Nunca se soube do que o meu Pai morreu como dantes acontecia. Nasci com a mesma sem razão e cresci como então se crescia com mais vagar. Hoje é […]

Continuar leitura


12 Divinanzas (versão bilingue)

12 DIVINANZAS Solo cuando cantan, las palabras dejan de traicionar lo que nombran. *** Toda música nos seduce para que la sigamos a la Gran Oscuridad. La música no quiere ser escuchada. Quiere ser obedecida. *** Para volver a ser el que sólo una vez fuimos, qué lejos nos hemos ido. *** Hemos aprendido a […]

Continuar leitura


A agonia da rainha Ginga (Conto)

No fim de tudo procura-se a voz do início. A Agonia da Rainha Ginga   Daqui a umas horas amanhece. Há muitas noites que sinto a morte a roçar-me as costas. Os feiticeiros já só discutem o tempo que me resta viver. As horas que existem são uma constante espera pelo próximo surto de dores. […]

Continuar leitura


Para arder até ao fim (Conto)

Para arder até ao fim   De dia, pernoitávamos em pequenos motéis, esquecidos entre as montanhas, longe de tudo. Só viajámos de noite, quando soprava a frescura. Apenas o vento e a escuridão da estrada, serpenteando entre as montanhas, nos faziam companhia, à medida que o automóvel engolia sofregamente os traços brancos do asfalto. Para […]

Continuar leitura


Poesia Catalã traduzida por Corina Oproae

CUATRO POEMAS DE ANTONI CLAPÉS, DEL LIBRO L’ARQUITECTURA DE LA LLUM / LA ARQUITECTURA DE LA LUZ (2012) Traducción del catalán al español por Corina Oproae Les ulleres de Parmènides (per a Ramón Andrés) El paisatge es difumina en una llunyania clarosa, rere les muntanyes blaves del fons. Per arribar-hi –diuen– cal ascendir quatre-cents noranta […]

Continuar leitura


Poesia italiana (versão trilingue)

Gelsi Hai fatto questo semplice gesto con la mano: l’hai sollevata fino al volto, l’hai tesa verso il mio finestrino, mentre guidavo: ho guardato, e contro la luce caliginosa della mattina li ho contati, otto, otto gelsi a chioma aperta come la coda di un pavone imbalsamato, in processione lungo la linea del nostro sguardo, […]

Continuar leitura


Post-Scriptum Para Uma Memória Futura

Post-Scriptum Para Uma Memória Futura I Renasceste d’aonde, solidão? Que via de sombra atravessaste, que neblina conseguiste vencer, que precipícios venceste mais além ou que ravinas trepaste incólume até mim chegares? Há quanto não sentia os teus confins, do teu poço a secura, o extinto mar, e súbito m’envolves oprimindo. A tua lassidez varreu meus […]

Continuar leitura


Hannah Arendt: Humanidade (Ensaio)

HANNAH ARENDT: HUMANIDADE   No discurso pronunciado por Hannah Arendt na entrega do Prémio da Paz da Associação Alemã de Livreiros ao filósofo Karl Jaspers (1958), a teórica política referiu-se ao modo como o seu mestre – educador – e amigo, na esteira de Imannuel Kant, compreendera a “humanidade”: “a personalidade válida que, uma vez […]

Continuar leitura


Poesia Hispânica traduzida por Nuno Júdice

ARS POÉTICA O LA CAZA DE LOS COCUYOS Queda una hoja de papel no en blanco donde está anocheciendo donde goteaba luceros una noche José Carlos Becerra Estábamos mi padre, mi madre y yo -auscultando-el sortilegio negro de los árboles Intercambiando las siluetas De una luna que no aparece Y que no duerme Con el […]

Continuar leitura


Inéditos de Tomás Sottomayor

Espírito-nidificante Desejo-solar de mamar Desejo-lunar de amamentar Dócil – maternal – dádiva Do grande verbo Do único Deus. Espírito-nidificante Pulsa o teu instinto Irradia para urdir O coração-exterior: o lar Que o teu coração aquece E o teu mimo enternece. Inteligente – eterno-animal É o instinto e a invenção Que nutrem o Tempo: A mãe […]

Continuar leitura


Inéditos de Manuel Silva-Terra

Mãe, nossa Natureza sagrada soberana na Terra e no Céu e nas Águas santificado seja o Vosso nome somos do Vosso reino foi feita a Vossa vontade assim nas minas quanto na Troposfera a nossa ração de Petróleo nos dai hoje alguns de nós não conseguem perdoar-vos assim todos não seremos perdoados por tanta gulodice. […]

Continuar leitura


Inéditos de André Alves

Falta-nos a permissão para narrar. Edward W. Said   O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. Elie Wiesel     A Palestina segundo Heródoto   I Jerusalém   Um autista é um homem livre, livre num certo firmamento de jaula Eyad al-Hallaq corria mas não era culpado era na cozinha aluno […]

Continuar leitura


Inéditos de Graça Pires

Música   Convoco o rumor das teclas de um piano em sonata de beethoven. E ouço o grito intenso do silêncio, o vento enlouquecido, um inaudível lamento, uma luz no secreto rosto de deus. É o coração seduzido pela sublimidade da música. Como se fora água pura em diálogo com a terra fecundada. Como se […]

Continuar leitura


Poemas de Teresa Alvarez

Eu queria tanto Mãe, Que voltássemos aos lugares do costume. Sinto-me só na tua solidão. Volta, para eu voltar para mim. E quando à noite gritas ladainhas eu deito-me ao teu lado e canto uma cantiga de embalar. Aconchegas-te a mim Sorris. E sei que adormeceste.     Ainda há pouco saíste pela porta, vestida […]

Continuar leitura


Recensão do livro La nave roja de Trinidad Gan

NAVEGANDO A BORDO DE “LA NAVE ROJA”. NUEVOS HORIZONTES EN LA VOZ DE TRINIDAD GAN   Es hora de partir/ y llevas esta herida de equipaje. Así comienza La nave roja (Juancaballos, 2020. Finalista del Premio Andalucía de la Críica), el último poemario de la poesta granadina, Trinidad Gan (1960). Un libro, donde la exploración […]

Continuar leitura


Poesia Hispânica Traduzida por João Albuquerque

Y tu voz un manojo de lámparas.                                                                                                                                                                 Eunice Odio     Diáspora de trinos   En diáspora de trinos se hacen polvo los pasos, el cuerpo anclado en el nombre viaja en silencio, ay de los días: multitud de gritos.   La palabra hecha hueso muerde el dolor, sueña la cruz sangrada.   Lo […]

Continuar leitura



Página anterior Próxima página

keyboard_arrow_up