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Dois poemas inéditos (versão bilingue)
Por Stefania Di Leo Publicado em Itália, Literatura, Poesia a 12 de Janeiro, 2021 341 palavras
Dois poemas inéditos  Anterior Recensão de um livro de Hugo Milhanas Machado Seguinte

Non è tardi per sognare

volare in mezzo all’oceano,

galleggiare come gabbiani

tra camelie bianche.

Non è tardi per dire amore,

anche se la risposta è il silenzio

nelle ore che seguono il vespro.

Non è tardi per essere circondata

dall’essenza della vita,

nonostante il vecchio passo,

i sorrisi perduti,

le parole non dette.

No, non è tardi.

Non è tardi per esistere.


Nunca é tarde para sonhar

e voar no meio do oceano,

flutuar como gaivotas

entre camélias brancas.

Nunca é tarde para dizer amor,

mesmo com a resposta do silêncio

nas horas que seguem na véspera.

Nunca é tarde para ficar cercada

da essência da vida,

apesar da antiga passagem,

os sorrisos perdidos,

as palavras não ditas.

Não, não é tarde.

Nunca é tarde para existir.


Questo fiume d’ombra non l’ho  dimenticato,

è impresso nella memoria di

tutti i poeti.

Avvolti nel gelsomino,  percorrevamo un 

cammino

agitandoci come angeli caduti.

Questo fiume d’amore, tra rami ed incontri

di corpi adagiati sulle sue sponde.

Fiume del destino e della notte,

dove il flusso diventa infinito,

Dove le rocce ondeggiano accanto al ruscello.

Fiori di un fiume infinito, fiume di vita

che spesso invochiamo,

ci inonda di foglie e mosto selvatico.

Questo fiume nasconde il segreto

delle nostre anime.

Acque che placano la sete d’amore,

con la loro dolcezza ci inseguono e ci conquistano.


Este rio de sombra não está esquecido,

permanece impresso na memória de

todos os poetas. 

Envoltos em jasmim, percorremos um caminho

acenando como anjos caídos.

Este rio de amor, entre galhos e encontrões

de corpos deitados nas suas margens.

Rio de azar e noite,

onde o fluxo se torna infinito,

Onde as pedras balançam ao lado do riacho.

Flores de um rio sem fim, rio da vida

que frequentemente invocamos

que nos inunda com folhas e mosto selvagem.

Este rio que guarda o segredo

de nossas almas.

Águas para saciar a sede de amor,

com sua doçura, elas nos perseguem e nos conquistam.

Traduções para português de Stefania Di Leo

Itália Literatura Poesia


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